
Por Marcos Françóia*
Trump não é um deles: 4 motivos que farão de 2025 o ano recorde de pedidos de Recuperação Judicial no Brasil
O Brasil vive, em 2025, mais um momento de dúvida para o setor produtivo e não tem a ver com assuntos de política externa. Ao olhar para os números divulgados pela Serasa Experian, é impossível ignorar o alerta: só em abril, 167 empresas entraram com pedidos de recuperação judicial. Dessas, quase 80% são micro e pequenas empresas, o coração pulsante da economia brasileira, mas também as mais frágeis diante de um ambiente cada vez mais hostil.
Ao mesmo tempo, os pedidos de falência subiram para 61 no mês, o maior número do ano. Pequenas empresas novamente lideram as estatísticas, mostrando que a crise, muitas vezes, atinge primeiro quem tem menos fôlego financeiro.
De acordo com Marcos Françóia, especialista em recuperações judiciais e diretor do MBF Partners, é importante que os empresários busquem o mais rápido possível solucionarem a sua situação econômica para que possam superar a crise pela qual passam.
“Em processos de RJ há empresas que quase sucumbiram e outras que saíram mais fortes. Ainda outras que patinam pela falta de linhas de crédito para empresas que estão nas relações de recuperandas. A diferença esteve sempre na velocidade de reação”, explica o especialista.
Esse cenário não é obra do acaso. Ele é fruto de uma combinação explosiva de fatores externos e internos que se retroalimentam, testando a capacidade de sobrevivência até das empresas mais sólidas. As causas são múltiplas e interligadas.
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